Mulheres, esses seres interessantes.
Quais nossas teimosias da negação do se aprender/apreender com elas?
Queremos prender, e de preferência, eternamente, sem que precisemos doar nada.
Ciscar sem repreensão e repressão.
Quando mães, em nossas várias idades, ouvir o quê? Conselhos, pra quê?
O mundo é meu!
Depois de “burros velhos”, arrependimentos, mas já é depois.
Se mulheres-esposas, ah! Com essas nem pensar. Diriam os tolinhos: - E mulher pensa? Digo, e "como" (uma amiga extremamente perspicaz diria: não entendi o “e como”. Eu sorriria quieto e olharia para aqueles olhos expressivos). Bem pensa, bem age e bem realiza.
Se a mulheres males e maus "ocê" fez "hômi", ah, queira distância. Não há nem tempo para aprender. Entre logo na frigideira, já estais frito mesmo. Talvez dê tempo apenas para implorar que o tempero seja bem leve e marinado.
Bom nem pensar (aqui diria: homem não pensa mesmo!). E amiga perspicaz sorriria concordando!
Se amigas...uêba... confie pra sempre. Entregue sua vida, junto com as emoções, que elas cuidarão melhor que você e se acarinharem nosso útero...ôbaaaa, melhor ainda. (Mas aqui, o estágio de amizade tem que ser excessivamente elevado),
E aquelas que você tem a maior vontade. Canta, canta e sempre tem a certeza que não vai rolar nada, mas, mesmo assim continua cantando.
Tem aquela que parece uma bonequinha (no melhor sentido é claro e você fica com a maior vontade de “pegar”). Ela sabe de seus segredos mais recônditos, sempre quer saber mais e você tem a absoluta certeza que não irá revelar nada sem sua permissão. Sabe também seus segredos e quanto mais sabe, mais intensifica a vontade de tê-la, do jeitinho ou do jeitão que ela desejar.
E aquela que fala, fala, se enfurece até com o que não é necessário, e, às vezes te irrita tanto que dá vontade de “chupar” o balde, o pau da barraca...” entretanto, não faz nada disso, já que tem a certeza de que ela é mesmo assim e pronto. Sabe também, que, infelizmente, nem todos a perdoarão por ser "desse tanto".
Há uma romântica ao extremo: aquela do namorar, noivar, casar. Mas ele precisa chegar montado em um cavalo branco (ou será em Ferrari vermelha).
Do meu jeito meio realista sempre aconselho-a: dê primeiro e pega o cavalo depois (ou a Ferrari).
Fico pensando...não há mais príncipes. Os cavalos são mais fáceis, brancos, negros, amarelos..., éguas híbridas... É a contemporaneidade!
E ela na esperança, que seja, amén!
E a outra que é um exercício constante e eterno para meu alimento intelectual (pelo menos me esforço), de discrição à toda prova, mesmo que mentora de Descartes, o pai da razão.
Tem uma que meus olhos esbugalharam quando a vi pela primeira. Olhei assim: quero essa mulher pra mim! Não tive, não tenho, e também não terei, mas sempre que que a olho, tudo volta: quero essa mulher pra mim.
Ainda bem que minha imaginação é fértil (ou será fétida), assim, ela e meu imaginário estão perfeitamente unidos e não é tão ruim, sobrevivo. Sobrevivo, diria de novo minha amiga perspicaz, porque não "sobre" "viva"? Eu sorriria de novo.
E a que tem os olhos tristes e dá uma vontade de pegar no colo. Um dia mineira foi, agora paulista.
Em um entardecer, lá estava ela carregada de bolsas e embrulhos...pensei...está com mais um emprego, provavelmente, nesse horário ela trabalha como estivadora, carregadora, sei lá.
Ao seu lado..., lépido e fagueiro, lembro, caminhava, um atlético varão com as mãos inteiramente vazias (e mente, bom, não acredito, quem sabe apenas distraído).
E a moça de riso fácil, gargalhada contagiante e mortal, como poucas, e que até entristece, e ama com a mais passional das formas, intensamente, desproporcionalmente, ardorosamente, generosamente“de()mente” até. É toda amar.
Pra uma tenho um veredito que preciso aprofundar: se está com os olhos fechados é pra viver a música, se estão abertos lascou!
Quão doces são que se pudesse, fundí-las, fundí-la-ias (a amiga perspicaz “tiraria da reta”...)
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